Showing posts with label Brasil. Show all posts
Showing posts with label Brasil. Show all posts

Saturday, June 1, 2019

SAMBA DA UTOPIA (Jonathan Silva) Ft. Ceumar (Brazilian Portuguese)






FROM BRAZIL (Portuguese)




SAMBA DA UTOPIA (Jonathan Silva)
Se o mundo ficar pesado,
Eu voi pedir emprestado,
A palavra poesia.
Se o mundo emburrecer,
Eu vou rezar pra chover,
Palavra sabedoria.
Se o mundo andar pra trás,
Vou escrever num cartaz,
A palavra rebeldia.
Se a gente desanimar,
Eu vou colher no pomar,
A palavra teimosia.
Se acontecer afinal,
De entrar em nosso quintal,
A palavra tirania.
Pegue o tambor e o ganzá,
Vamos pra rua gritar,
A palavra utopia.


Friday, March 17, 2017

Astrud Gilberto - Manhã de Carnaval



Astrud Gilberto

"Manhã de Carnaval" ("Carnival Morning"), often referred to as "Black Orpheus", is a song by Brazilian composer Luiz Bonfá and lyricist Antonio Maria. 

"Manhã de Carnaval" appeared as a principal theme in the 1959 Portuguese-language film Orfeu Negro by French director Marcel Camus. The film's soundtrack also included songs by Antônio Carlos Jobim and Vinícius de Moraes, as well as the composition by Bonfá "Samba de Orfeu". "Manhã de Carnaval" appears in the film, including versions sung or hummed by both the principal characters (Orfeu and Euridice).

"Manhã de Carnaval" became one of the first Bossa Nova compositions to gain popularity outside Brazil.

Astrud Gilberto (born Astrud Evangelina Weinert; March 29, 1940 – June 5, 2023) was a Brazilian samba and bossa nova singer and songwriter. She gained international attention in the mid-1960s following her recording of the song "The Girl from Ipanema".

Source: Wikipedia



From Brasil




Manhã de Carnaval

humming ... 

Manhã tão bonita manhã,
De um dia feliz que chegou,
O sol no céu surgiu,
E em cada cor brilhou.

Voltou o sonho então,
Ao coração.

Depois deste dia feliz,
Não sei se outro dia haverá,
É nossa manhã tão bela afinal.

Manhã de carnaval.


Friday, August 14, 2015

Chico Buarque, o trovador do Brasil / Chico Buarque, el trovador de Brasil / Chico Buarque, the Brazilian troubadour







Chico Buarque (a Brazilian singer, composer and writer) wrote this song, that is a poem and a story, in 1971. It is part of the album  Construçao. In this song he tells us about the last day in the life of a construction worker.




Construção  (Construcción)
Amou daquela vez como se fosse a última
Amó aquella vez como si fuese (la) última
Beijou sua mulher como se fosse a última

besó a su mujer como si fuese (la) última (vez)
E cada filho seu como se fosse o único

Y a cada hijo suyo cual si fuese el único
E atravessou a rua com seu passo tímido

Y atravesó la calle con su paso tímido
Subiu a construção como se fosse máquina

Subió a la contrucción como si fuese (una) máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas

Levantó en el balcón cuatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico

Ladrillo a ladrillo en un diseño mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima

Sus ojos embotados de cemento y lágrimas
Sentou pra descansar como se fosse sábado

sentóse a descansar como si fuese sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
comió lo de costumbre cual si fuese un príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago

bebió y sollozó como si fuese un náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música

danzó y se rió como si oyese música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado

y tropezó en el cielo con su paso alcohólico
E flutuou no ar como se fosse um pássaro

y flotó por el aire cual si fuese un pájaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido

y terminó en el suelo como un como un bulto flácido
Agonizou no meio do passeio público

y agonizó en el medio del paseo público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego

murió a contramano entorpeciendo el tránsito.

Amou daquela vez como se fosse o último
amó aquella vez como si fuese el último
Beijou sua mulher como se fosse a única

besó a su mujer como si fuese la única
E cada filho seu como se fosse o pródigo
y a cada hijo suyo cual si fuese el pródigo

E atravessou a rua com seu passo bêbado
y atravesó la calle con su paso alcohólico
Subiu a construção como se fosse sólido

subió a la construcción como si fuese sólida
Ergueu no patamar quatro paredes mágicas

levantó en el balcón cuatro paredes mágicas
Tijolo com tijolo num desenho lógico

ladrillo a ladrillo en un diseño lógico
Seus olhos embotados de cimento e tráfego

sus ojos embotados de cemento y tráfico
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe

sentóse a descansar como si fuese un príncipe
Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo 
comió lo de costumbre cual si fuese el máximo
Bebeu e soluçou como se fosse máquina
bebió y sollozó como si fuese (una) máquina   
Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
Danzó y se rió como si fuere el próximo   
E tropeçou no céu como se ouvisse música
y tropezó en el cielo cual si oyese música   
E flutuou no ar como se fosse sábado
Y flotó por el aire como si fuese sábado

E se acabou no chão feito um pacote tímido
Y terminó en el suelo como un bulto tímido 
Agonizou no meio do passeio náufrago
agonizó en el medio del paseo náufrago   
Morreu na contramão atrapalhando o público
murió a contramano entorpeciendo al público
 
Amou daquela vez como se fosse máquina
amó aquella vez como si fuese máquina

Beijou sua mulher como se fosse lógico
besó a su mujer como si fuese lógico

Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
alzó en el balcón cuatro paredes flácidas 

Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
sentóse a descansar como si fuese un páajaro

E flutuou no ar como se fosse um príncipe
y flotó en el aire cual si fuere un príncipe

E se acabou no chão feito um pacote bêbado
y terminó en el suelo como un bulto alcohóolico

Morreu na contra-mão atrapalhando o sábado
murió a contramano entorpeciendo el sábado.

Thursday, June 12, 2014

TOQUINHO - AQUARELA (Portuguese & Spanish versions)




From Brazil (in Spanish)


ACUARELA  (letra en español)
En los mapas del cielo el sol siempre es amarillo
y la lluvia o las nubes no pueden velar tanto brillo.
ni los árboles nunca podrán ocultar el camino
de su luz hacia el bosque profundo de nuestro destino.

Esa hierba tan verde se ve como un manto lejano
que no puede escapar
que se puede alcanzar solo con volar.
Siete mares e surcado
siete mares color azul
yo soy nave voy navegando
y mi vela eres tú
bajo el agua veo peces de colores
van donde quieren no los mandas tú.

Por el cielo va cruzando,
por el cielo color azul,
un avión que vuela alto
diez mil metros de altitud.
desde tierra lo saludan con la mano,
se va alejando
no se donde va,
no se donde va.

Sobre un tramo de villa cruzando un paisaje de en sueño
en un tren que me lleva de nuevo a ser muy pequeño
de una América a otra tan solo es cuestión de un segundo
basta un desearlo y podrá recorrer todo el mundo.
un muchacho que trepa, que trepa lo alto de un muro
si se siente seguro vera su futuro con claridad.

Y el futuro es una nave que por el tiempo volara
a Saturno, después de Marte
nadie sabe dónde llegará.
si le ves venir
si te trae amores, no te los roben sin apurar
aprovecha los mejores que después no volverán.
la esperanza jamás se pierde.
los malos tiempos pasarán.
piensa que el futuro es una acuarela y tu vida un lienzo que coloreas
que coloreas.
En los mapas del cielo el sol siempre es amarillo
(tú lo pintarás)
y la lluvia o las nubes no pueden velar tanto brillo.
(tú lo pintarás)
basta un desearlo y podrá recorrer todo el mundo.


(tú lo pintarás)




From Brazil (song in Portuguese)


AQUARELA  (Portuguese)
Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo.
Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva,
E se faço chover, com dois riscos tenho um guarda-chuva.

Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel,
Num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu.
Vai voando, contornando a imensa curva Norte e Sul,
Vou com ela, viajando, Havai, Pequim ou Istambul.
Pinto um barco a vela branco, navegando, é tanto céu e mar num beijo azul.

Entre as nuvens vem surgindo um lindo avião rosa e grená.
Tudo em volta colorindo, com suas luzes a piscar.
Basta imaginar e ele está partindo, sereno, indo,
E se a gente quiser ele vai pousar.

Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida
Com alguns bons amigos bebendo de bem com a vida.
De uma América a outra consigo passar num segundo,
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo.

Um menino caminha e caminhando chega no muro
E ali logo em frente, a esperar pela gente, o futuro está.
E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar,
Não tem tempo nem piedade, nem tem hora de chegar.
Sem pedir licença muda nossa vida, depois convida a rir ou chorar.

Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá.
O fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar.
Vamos todos numa linda passarela
De uma aquarela que um dia, enfim, descolorirá.

Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo (que descolorirá).
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo (que descolorirá).
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo (que descolorirá).

Tuesday, March 18, 2014

Caetano Veloso sings 'Tonada de Luna llena' (Simón Díaz)




A 'garza mora'


The Cocoi Heron (Ardea cocoi) is a species of heron in the Ardeidae family. It is common and widespread throughout most of South America including Argentina, Bolivia, Brazil, Chile, Colombia, Ecuador, French Guiana, Guyana, Panama, Paraguay, Peru, Suriname, Uruguay, and Venezuela.







Tonada de Luna llena (1995) en directo


TONADA DE LUNA LLENA (autor, Simón Díaz)

Yo ví de una garza mora
I saw a purple heron
dándole combate a un río.
fighting a river.
Así es como se enamora
That's how your heart falls in love
tu corazón con el mío.
with mine.

Yo ví de una garza mora
I saw a purple heron
dándole combate a un río.
fighting a river.
Así es como se enamora x 2
That's how your heart falls in love
tu corazón con el mío. x 2
with mine.

Luna, luna, luna, luna llena
Moon, moon, moon, full moon
menguante.
waning Moon
Luna, luna, luna, luna llena
Moon, moon, moon, full moon
menguante.
waning Moon

Anda muchacho a la casa, 
Go home, boy
y me trae la carabina,
and bring me the rifle
pa' mata' ese gavilán    (para matar)
to kill that hawk
que no me deja gallina.
that won't leave me any hens.


La luna me está mirando
The Moon is watching me
yo no sé lo que me ve.
I don't know what it sees.
Yo tengo la ropa limpia,
My clothes are clean
ayer tarde la lavé.
I washed them yesterday.


La luna me está mirando,
yo no sé lo que me ve.
Yo tengo la ropa limpia x 2
ayer tarde la lavé. x 2

Luna, luna, luna, luna llena
menguante.
Luna, luna, luna, luna llena
menguante.



Caetano Veloso & Gilberto Gil






Simón Díaz sings 'Tonada de Luna Llena'



THE MUSIC OF SIMON DIAZ
Tonadas, is a Venezuelan compilation album of 2003, made by Simón Díaz with the seal Latin World. In this album presents his famous tonadas. (musical genre of the Venezuelan plains). Simón Díaz died at 85 in Caracas on 19 February 2014.


Though he projected a folksy image, Mr. Díaz was a scholar of his country’s music, having studied for six years at a conservatory after arriving in Caracas from the countryside in 1949. Like Cecil Sharp in Britain or Alan Lomax in the United States, he roamed his country collecting and annotating folklore, with a special focus on tonadas, the work ballads of cowboys, fishermen and other manual laborers; and coplas, another popular folk music form.

“Sometimes people would ask me why I wanted to dedicate myself to music from the country,” Mr. Díaz said in a 2005 interview, “but that is where I am from, and that is the music I felt inside of me. It was always a part of who I am. I’m inspired by the people, the work, the land, by the raw materials and the truth of nature, by the simple things that were once important.” (read the whole article from the New York Times here)